11/10/2008

Biografiaaa II (elvis)

(Acima Elvis jogando Baseball, jogo que ele também apreciava)
1949
Vernon trabalhava como encaixotador de latas de tinta na United Paint Co. quando se viu forçado a pedir ajuda na Promoção Social devido às péssimas condições de vida. A família foi transferida para Lauderdale Courts, conjunto residencial na Winchester Street 185. Lauderdale courts era um grupo de prédios de tijolos vermelhos muito mais limpo do que o lugar onde eles moraram anteriormente. Minni Mae que se divorciara de Jesse há dois anos, foi morar com a família. Perto do conjunto residencial ficava a temida Beale Street, onde os negros cantavam seus blues. Elvis comprava suas roupas extravagantes (ternos amarelos, paletós cor-de-rosa, sapatos brancos, etc) nos irmãos Lansky , na Beale Street esquina com a Second (onde hoje se localiza o atual restaurante Elvis Presley's Memphis). Aos poucos Elvis formava sua identidade e continuava cantando e se apresentando para amigos e familiares, mas não gostava de se apresentar para estranhos devido a sua timidez. Uma de suas professoras (Sra. Scrivener) o inscreveu no show de variedades da escola, revelando anos depois que o fez para ajudá-lo a perder a timidez. No concurso, o intérprete poderia cantar uma segunda vez se recebesse mais aplausos que os demais. Elvis foi o escolhido após o inevitável "Old Shep", obrigando-o a repetir e cantar outra música, "Cold cold Icy fingers". Elvis mal acreditava que ele tinha sido o escolhido. Dizem que nesta apresentação Elvis usou uma camisa vermelha emprestada de um colega. Dedicou a última canção à ele por ter rasgado a camisa durante a apresentação. É também conhecida a estória de que os amigos de Elvis tiravam sarro nele pois ele cantava "Old Shep" toda hora. Dizem que eles ficaram cansados de ouvir a música e diziam "Não, Old Shep de novo não". Elvis adorava futebol americano e chegou a jogar no time da escola, o Hume High Tigers mas deixou o time por insistência da mãe.




Elvis flertava com as garotas da Lauderdale Courts, entre elas Betty McMann e Billie Wardow. Ele adorava ir ao cine Suzore 2, onde assistia pelo menos um filme por semana. Adorava Tony Curtis e penteava seu cabelo à maneira do ar
(Acima, Elvis Loiro.)
tista, e usava tanta brilhantina que seu cabelos louros pareciam escuros. Em Novembro Elvis foi trabalhar como lanterninha no cine Loew's, no centro da cidade, das 17 às 22 horas, mas ficou pouco tempo por lá. Ele disse que era porque estava atrapalhando seu estudos enquanto que o dono do lugar disse que teve que mandá-lo embora pois ele não trabalhava uma vez que ficava assistindo os filmes. Ele foi trabalhar na Marl Metal Products Co das 15 às 23 horas, um horário que provocava muito sono no dia seguinte e mau aproveitamento nas aulas. Sua mãe o obrigou a deixar o trabalho e ela mesma foi ajudar na enfermagem do Hospital St Joseph, perto de casa. Gladys teria que deixar este emprego, entretanto, se quisessem continuar residindo em Lauderdale Courts, pois o salário dela fazia com que a renda da família ultrapassasse o limite permitido pelo governo.

1951
No verão Elvis volta a trabalhar como lanterninha no cine Loew's. Elvis continuava a cantar, tocar seu violão ou o piano em festas pois era tímido demais para dançar com as garotas. Ele gostava de cantar com as luzes apagadas.

1953
Elvis ganhou um Lincoln 42 pelo seu aniversário (18 anos) do pai que pagou apenas 50 dólares. Gladys continuou com seu emprego no hospital e então a família foi finalmente despejada de Lauderdale Courts nos primeiros dias deste ano. Os Presley foram residir num pequeno apartamento na Cypress Street, 398, quase no centro da cidade. Além de mais caro, não tinha mais espaço que o casarão da Poplar. Elvis foi incluído no ROTC, treino de cadetes colegiais da Humes. Mais detalhes sobre Elvis na época da Humes pode ser encontrada na website de Anna Barham Hamilton, que estudou na Humes na época de Elvis. Ela tem um restaurante muito famoso pela memorabilia de Elvis/Humes, o Anna's stakehouse. Elvis formou-se em Junho e provou que nunca mais esqueceria sua escola, fazendo doações constantes quando ficou famoso. Ele começava procurar por empregos, sem abandonar o sonho de se tornar um cantor gospel. Gostava de assistir os shows no Ellis Auditorium das 20 as 22 horas. Os Blackwood brothers era o quarteto mais famoso mas havia outros como o Hoover Lister & the Statemen, cujo solista Jake Hess muito influenciaria Elvis em suas gravações. O Sunshine Boys, do estado da Flórida, cujo baixo J.D. Sumner fazia a platéia divertir-se com sua voz gravíssima. De Atlanta vinha a Speer Family, que também atuou com Elvis em suas primeiras gravações na RCA. Havia outros como os Stamps Quartet de Dallas e os Jordanaires, do Missouri que cantavam spirituals no mais puro estilo dos negros.(este seria os Jordanaries original e não o quarteto que mais tarde atuaria com Elvis) Freqüentando os bastidores, Elvis manteve contato direto com esses músicos e ficou amigo de J.D. Sumner que estranhou quando o rapaz deixou de comparecer aos shows. Quando Sumner descobriu que o motivo era falta de dinheiro ele passou a colocar o amigo para dentro do auditório até o rapaz começar a vender refrigerantes na platéia (o ingresso para esses shows custava 50 centavos). Elvis ouvia os Blackwood Brothers ao vivo também na Igreja, Primeira Assembléia de Deus e no Hotel Peabody, onde ele corria no início das tardes para vê-los no High Noon Roundup, programa da emissora de rádio WMPS, animado pelo disc-jockey Bob Neal. Elvis sempre escutava pela rádio também o gospel negro (Soul Stirrers, Golden Gate, Harmonizing Four, Swan Silvertones, Clara Ward, Sister Rosetta Tharpe). Embora sua ambição fosse ser um cantor gospel Elvis passou a se apresentar em clubes locais como o Eagle's Nest, onde tentava impressionar cantando sucessos de Dean Martin. Elvis se empregou, juntamente com seu primo Gene Smith, como operário da Precision Tool Co, mas logo em seguida ele já estava no escritório da Crown Eletyric Co, pleiteando uma vaga como motorista de entregas. Elvis conseguiu o emprego (ganhando 1 dólar por hora) graças a insistência da esposa do chefe (Sra Tipler). Ela insistiu no fato de Elvis ser muito educado mesmo se vestindo de forma "estranha". Os cabelos compridos, o colarinho levantado e as roupas coloridas, provavelmente teria feito o dono da companhia ter colocado o rapaz para fora imediatamente. Elvis estava estudando para ser eletricista. Sempre que passava pela Union Street, dirigindo a Ford Pick-Up da firma, ele olhava com interesse para o número 706, pois ali estava o Memphis Recording Service, especializado em gravações fonográficas. Ele desejava gravar um disco mesmo que não fosse para fins comerciais. A firma era uma pequena, mas lucrativa filial da Sun Records, criada e dirigida por Sam Philips. Gravadora independente que também vendia e alugava fitas para outras companhias. O Memphis Recording Service encarregava-se de alugar som para bares, festas e rádios, além de oferecer duas gravações, em acetato 78 rpm, por 4 dólares,a quem quisesse gravar cantando ou tocando. Elvis olhou para o cartaz com letras garrafais:
NÓS GRAVAMOS TUDO - EM QUALQUER LOCAL -A QUALQUER HORA
Naquele verão, tarde de um sábado, intervalo de almoço, Elvis estacionou a camionete, decidido a gastar seus 4 dólares. Marion Keisker, comunicativa e eficiente secretária nos seus trinta e poucos anos, desdobrava-se para atender ao acúmulo de interessados esperando para gravar. O chefe Sam Philips não estava no momento. Ela ergueu os olhos para aquele tipo estranho segurando um surrado violão. Rapaz magro, alto (1,80m), feições agradáveis de garoto mimado, cabelos compridos e costeletas, severos olhos azuis, enfiado em roupas extravagantes. A secretária interessou-se em iniciar uma conversa com o garoto:-
Você é cantor?
-Sou-Que tipo de cantor?
-Eu canto qualquer tipo de música
-Quem você imita?
-Eu não imito ninguém
-Hillbilly?
-Sim, canto Hillbilly
-Quem você imita no Hillbilly?
-Não imito ninguém
Elvis gravou "My happiness"e "That's when your heratache begins".

Marion aproveitou e gravou o terço final da primeira música e a segunda música inteira.
Sabia que o patrão apreciaria a maneira de cantar do rapaz. Quando Sam Philips ouviu a gravação reconheceu o talento do garoto mas sabia que ele precisava de mais trato musical. Pediu para a secretária guardar seu nome e endereço sem muita convicção. A secretária arquivou em um pedaço de papel: ELVIS PRESLEY: Bom cantor de baladas. Aproveitar. Alabama Street 462. Fone ( ) para recados. O telefone de recados era de um casal judeu residente no apartamento superior.

Biografiaaa (elvis)








1933
Segundo algumas pessoas Vernon e Gladys se conheceram em um supermercado, o Roy Martin. Em 17 de Junho de 1933, Gladys com 21 anos de idade se casa com Vernon, 17 anos, na cidade de Pontotoc. Os noivos foram morar com os pais de Gladys e em seguida mudaram para a casa dos pais do noivo. Vernon dirigia um caminhão como entregador de leite, sob as ordens de Orville Bean, criador de bovinos e suínos. Gladys trabalhava operando máquinas de costura. Tempos depois, Vester Presley (irmão do noivo) casava-se com Cletis Smith (irmã da noiva).

1934
No verão deste ano Gladys parava de trabalhar com as máquinas de costura da Tupelo Garment Co (que produzia camisas para trabalhadores) por causa dos primeiros sinais de gravidez. Com 180 dólares emprestados, mais uma quantia cedida pelo pai e o irmão, Vernon levantou uma casinha no terreno vizinho aos Pressley, na estrada North Saltillo. O terreno pertencia ao patrão de Vernon. A residência humilde era igual à milhares existentes no Sul dos anos 20 e 30: duas cores (preto e branco), mais comprida que larga, pequeno alpendre na frente, e lareira de tijolos com chaminé saindo pelo meio da casa. A construção tinha exatamente 10 passos da porta de entrada até o fundo. A metade em largura. Dividida igualmente em dois cômodos quadrados, o da frente serviria de quarto e o de trás de cozinha. Não havia água corrente. Gladys tinha certeza absoluta que estava grávida de gêmeos e meninos, assim para homenagear o pai de Vernon, um seria chamado Jesse Garon e o outro, como o pai se chamaria Elvis Aaron.


1935
Nas primeiras horas do dia 8 de Janeiro de 1935, o Dr. William Hunt foi chamado as pressas. O Dr Hunt não acreditava na possibilidade de uma gravidez dupla. Exatamente às 4 horas da madrugada uma criança vinha ao mundo, porém morta. Era Jesse. Trinta e cinco minutos depois nascia outro menino. Era Elvis e sobreviveu. Algumas biografias persistem no fato de que Elvis nasceu primeiro mas a filha do médico esclareceu os acontecimentos do parto, contrariando as afirmações costumeiras de Vernon e Gladys. Dizem que os meninos eram gêmeos idênticos, algo que Elvis acreditava, mas não há provas disso. O sobrenome Pressley se transformou em Presley com apenas um s, e Elvis sempre assinou Aron mesmo admirando o Aaron bíblico da certidão de nascimento. Jesse foi enterrado no cemitério Priceville. Gladys foi hospitalizada por quase duas semanas devido aos sangramentos que estava tendo após o nascimento de seus filhos. Elvis ficou com ela no hospital.

1936
Quando Elvis estava apenas com 1 ano de idade, no dia 5 de Abril, Tupelo foi varrida por um terrível furacão. O vendaval não atingiu a casa dos Presley por verdadeiro milagre. Elvis passaria os primeiros anos de sua vida em meio às ruínas. Um artigo de jornal conta um total de 200 mortos e centenas de feridos. Além de 10 igrejas, várias escolas foram também destruídas. Todos passaram a ajudar na reconstrução da cidade e mesmo sendo uma cidade dividida pelo racismo, após o tornado negros e brancos se tornaram "iguais" (pelo menos por um tempo). Neste mesmo ano a mãe de Gladys falecia de tuberculose.

1937

Elvis tinha apenas dois anos de idade quando Vernon foi preso, juntamente com o irmão de Gladys Travis Smith, por falsificação de um cheque de quantia irrisória (adulteraram 18 para 28 dólares) do próprio patrão, Sr Orville Bean. A família foi despejada da casa. Gladys e Elvis foram morar com os pais de Vernon que moravam bem próximo à eles. Gladys voltou ao trabalho com as máquinas de costura, além de fazer extras como lavadeira.

1940

Aos 5 anos de idade Elvis foi matriculado na Consolidated, escola primária de East Tupelo. Hoje chamada Lawhon Elementary School. Diariamente a Sra. Presley era vista levando o garotinho às aulas, hábito que persistiria por mais uma década.1941Vernon foi liberado da prisão (Penitenciária Estadual Parchman) antes do fim da pena por boa conduta. Conseguiu emprego numa fábrica de armamentos bélicos em Memphis, no vizinho estado do Tennessee, cerca de 160 km de Tupelo. Lá passava a semana, revendo a família aos domingos.

1941

Vernon foi liberado da prisão (Penitenciária Estadual Parchman) antes do fim da pena por boa conduta. Conseguiu emprego numa fábrica de armamentos bélicos em Memphis, no vizinho estado do Tennessee, cerca de 160 km de Tupelo. Lá passava a semana, revendo a família aos domingos.

1944

Elvis recebeu o batismo do Espírito, uma doutrina seguida pela Igreja Petencostal (Primeira Assembléia de Deus) da qual a família Presley era parte.

1945

Elvis foi inscrito, pelo diretor da escola, no concurso de novos talentos da Feira Mississippi-Alabama, no dia das crianças. O diretor foi chamado para ouvir o menino cantar em classe, pela professora Sra. Grimes, que se emocionou ao ouvir o menino de 10 anos cantando "Old Shep". Elvis conseguiu o segundo prêmio, 5 dólares mais ingressos para todas diversões da Feira. Janelle Mc Comb, professora na época, esteve na apresentação de Elvis. Ela se tornou amiga da família e de Elvis, quem nunca a esqueceu. Ela é responsável pelo museu construído no Elvis Birth Place. A capela foi construída através de doações dos fãs (dedicada dia 17 de Agosto de 1979). Elvis pede um rifle, depois uma bicicleta de presente, mas os pais dele não tinham dinheiro suficiente para nenhum dos dois, além de serem considerados perigosos para o menino. O pai de Elvis então sugere um violão, que não era tão caro. O violão custava 12 dólares e 95 centavos na "Tupelo Hardware Company". O violão passou a ser companhia constante de Elvis, que o levava para todo lugar, inclusive para a escola.



22/08/2008

O início de um amor

Elvis conheceu Priscilla em 1959, enquanto estava na Alemanha durante o serviço no exército. Muito se falou do fato de Priscilla ter apenas 14 anos quando o casal foi apresentado, mas a jovem era madura para a sua idade, e Elvis estava ciente das implicações desta situação. Priscilla foi fotografada pela imprensa no aeroporto quando Elvis embarcava para a América e algumas destas fotos acabaram na revista LIFE. Além disso, surpreendentemente havia pouca publicidade sobre o relacionamento deles.
Depois de Elvis ter sido liberado do Exército, seu único contato com Priscilla Beaulieu era pelo telefone e por carta. Dois meses antes do seu aniversário de 15 anos, a morena de olhos azuis e narizinho empinado, permanecia na Alemanha quando Elvis partiu para os Estados Unidos. Em poucos dias havia reportagens que ele estava namorando com Nancy Sinatra. Nos dois anos seguintes ela cresceu acostumada com os rumores e as negativas dele, bem como a dor e a frustração que acompanhava o amor pelo queridinho do mundo.
Em uma coletiva de imprensa no dia que ele chegou a Graceland, Elvis minimizou sua relação com "a garota que ele deixou pra trás." Mas, na verdade, apesar dele estar namorando Anita Wood e várias outras atrizes, ele parecia ter reservado um lugar especial em seu coração para "Cilla." Com o tempo, Elvis concordou com o pensamento do coronel que um relacionamento poderia manchar sua imagem e ser ruim para a sua carreira. Priscilla esperou pacientemente.Durante suas conversas, Elvis falava sobre sua carreira e até mesmo sobre seu relacionamento com Anita Wood, fazendo com que a Priscilla pensasse onde ela se encaixava. Entretanto, ele também insistiu que ela visitasse Graceland. Cilla tinha que ser perseverante. E ela fez isso por aproximadamente dois anos, mesmo apesar dos artigos nos jornais e revistas ligarem Elvis à beldades como Juliet Prowse e Tuesday Weld.
Então, em Março de 1962, após vários meses sem contato, Elvis ligou do nada para Priscilla e a convidou para visitá-lo em Los Angeles. Surpresa e ao mesmo tempo alegre, ela disse que, apesar de sua mãe ser receptiva a esta idéia, seria praticamente impossível convencer seu pai, o capitão Paul Beaulieu. Este era um desafio que Elvis parecia aceitar com felicidade. Enquanto Priscilla convencia sua mãe, Elvis falou com o capitão várias vezes e finalmente convenceu-o, concordando com uma lista de regras: o encontro de duas semanas não aconteceria enquanto Priscilla não estivesse de férias na escola; Elvis enviaria passagens de ida e volta de primeira classe; os Beaulieus receberiam um intinerário completo das suas atividades diárias em Los Angeles; ela estaria com a dama de companhia por todos os lugares; ela escreveria para seus pais todos os dias; e durante a noite ela ficaria com os amigos da família, George e Shirley Barris. Que foi o que aconteceu... na maior parte do tempo.

Priscilla chegou em Los Angeles em junho e após visitar a casa de Elvis em Bellagio Road , ela ficou hospedada na casa dos Barris - por uma noite. Na tarde seguinte, Elvis informou a ela que ele planejara uma viagem a Las Vegas e depois da meia-noite ela estava sentada ao seu lado em seu luxuoso motor home no caminho para Nevada. Ela contornou o problema do recebimento das cartas pelos seus pais todos os dias pré-escrevendo rapidamente uma semana de cartas e pedindo para o mordomo de Elvis que as enviasse de Los Angeles. A próxima parada deles foi o Hotel e Cassino Sahara, onde o Rei e sua princesa dividiram uma suite. Durante doze dias abençoados e cheios de diversão em Las Vegas, Elvis levou Priscilla para fazer compras, escolheu as roupas que deveria usar e instruiu-a sobre como arrumar seu cabelo e colocar maquiagem pesada. Elvis gostava que sua mulher usasse muito delineador e rímel, e Priscilla prontamente aceitou suas escolhas. Cortesia de uma cabeleireira do hotel, seus cachos foram transformados em um estilo de colméia, seus olhos foram maquiados e o resultado foi a transformação aparente de uma adolescente inocente em uma mulher sedutora e sofisticada.




Após sua volta para a Alemanha, Priscilla tinha algo para esperar durante os próximos seis meses: o Natal em Graceland. Elvis convidara-a e mais uma vez ela teve que persuadir seus pais. Entretanto, o pedido não foi nada comparado com o que os Beaulieus se confrontaram quando a viagem de Natal acabou: Elvis queria que ela terminasse os estudos em Memphis. Elvis ligou para o capitão Beaulieu e usou todo o seu poder de persuasão. Se Cilla se mudasse para Memphis, ele prometeu que ela não moraria com ele em Graceland mas sim com Vernon e sua esposa em uma casa nas redondezas. Ela seria matriculada na melhor escola católica, onde ele garantiu que ela se formaria. Ela seria também cuidada por uma dama de companhia onde quer que fosse.
Elvis não só jurou que ele amava, precisava e respeitava Priscilla, como também insistiu que não conseguiria viver sem ela. Os Beaulieus tinham duas alternativas dolorosas: deixar Priscilla ir e arriscar que ela ficasse arrasada se as coisas não funcionassem ou vetarem a proposta e serem responsáveis pela destruição de sua felicidade. No final, Elvis conseguiu o que queria e Priscilla se mudou para Memphis. Em outubro de 1962, enquanto ele estava em Hollywood filmando Fun in Acapulco, Elvis recebeu Priscilla e seu pai e conquistou o senhor Beaulieu com seu charme e hospitalidade. Após alguns dias, pai e filha foram para Memphis, onde o capitão Beaulieu e Vernon Presley a matricularam na escola de garotas Immaculate Conception Cathedral High School e mudaram-na para a casa que Vernon compartilhava com sua segunda esposa, Dee.
Quando seu pai retornara para a Alemanha, entretanto, Priscilla parecia desconfortável morando com seus futuros sogros e logo passava cada vez mais tempo com a avó de Elvis em Graceland. Depois de um tempo, com todas as intenções e objetivos, ela basicamente se instalou lá. Vernon levava e trazia Priscilla da escola até que ela tirou sua carta de motorista e ele concordou em deixá-la dirigir o Lincoln Mark V de Elvis. Ele também deu a ela dinheiro para gastar em roupas, gás e cinema, boliche e no Drive-in de Leonard com a prima Patsy (cuja mãe era irmã de Gladys Clettes e o pai era o irmão de Vernon, Vester). Ainda assim, apesar da companhia da vovó Dodger, as empregadas e as secretárias, Priscilla geralmente parecia extremamente sozinha esperando que Elvis voltasse das filmagens.





(Nancy Sinatra)



(Anita Wood)




( Tuesday Weld e Elvis )

noite mais Linda do mundo ( Nupicias Cilla e elvis)

Os recém-casados passaram sua lua-de-mel em Palm Springs e
depois de alguns dias voltaram para Memphis onde em 29 de maio
festejaram novamente seu casamento com uma recepção em Graceland para
todos os parentes, amigos e funcionários, bem como alguns fãs sortudos.
A única ausência foi o segurança Red West, que se recusou a participar
porque não havia sido convidado para a cerimônia real do casamento.
Segue abaixo o relato de Priscilla sobre sua lua-de-mel."
Eu estava ao mesmo tempo exausta e aliviada quando finalmente
voltamos a Palm Springs, no Learjet de Frank Sinatra, o Christina.
Havia mais fotógrafos e repórteres à nossa espera quando
desembarcamos e outros se postavam diante de nossa casa.
Fiquei surpresa ao constatar que Elvis estava se comportando
muito bem, levando em consideração o nervosismo que
demonstrara por aquele compromisso supremo. Contudo,
ele foi simpático com a imprensa e enfrentou tranqüilo os
intermináveis pedidos de poses dos fotógrafos, algo que normalmente
só podia suportar por curtos períodos. Além de todo o resto,
não dormíamos há quase 48 horas. À sua maneira,
Elvis estava determinado a fazer com que o dia do casamento
fosse especial para nós. Ele gracejou com Joe Esposito, indagando:
'É assim que se faz?'. Ele carregou-me no colo pelo limiar da casa,
cantando Hawaiian Wedding Song. Parou e deu-me um beijo longo
e apaixonado, depois subiu a escada e levou-me para o quarto,
com toda a turma rindo e aplaudindo.Ainda era dia e o sol brilhava forte
pelas janelas do quarto quando Elvis colocou-me no meio da cama enorme,
com extremo cuidado. Tenho a impressão de que ele realmente não sabia
realmente o que fazer comigo. Afinal, Elvis me protegera e salvara por muito tempo.
Estava agora compreensivelmente hesitante em consumar todas as promessas sobre a excelência daquele momento. Recordando agora não posso deixar de rir ao
pensar como nós dois estávamos nervosos. Poder-se-ia até imaginar que
era a primeira vez que ficávamos juntos em circunstâncias tão íntimas.
Gentilmente, os lábios de Elvis se encontraram com os meus. Depois,
ele fitou-me fundo nos olhos e disse, a voz suave, enquanto me puxava
contra o seu corpo: 'Minha esposa...amo você, Cilla...'.
Ele cobriu meu corpo com o seu. A intensidade da emoção que eu experimentava era eletrizante. O desejo e a intensidade que haviam se acumulado em mim ao longo dos anos explodiram num frenesi de paixão. Ele teria imaginado como seria para mim? Planejara durante todo o tempo? Jamais saberei. Mas sei com certeza que, ao passar de moça para mulher, toda a longa, romântica e ao mesmo tempo frustrante aventura que Elvis e eu partilháramos parecia ter valido a pena. Tão antiquado quanto isso possa parecer, éramos agora um só. Era algo especial. Ele fez com que fosse especial, como acontecia com qualquer coisa de que se orgulhasse. Tudo foi muito especial naquela noite."

Separação de pricilla e elvis

No início de 1972, Priscilla e Elvis se separaram e o divórcio foi finalizado em 09 de outubro de 1973. Eles continuaram amigos e foram vistos de mão dadas durante o divórcio.
Apesar dele ter sido um marido pouco devotado, não há dúvidas que ele foi um pai devotado a Lisa Marie. Até o fim da sua vida, Elvis adorava Lisa Marie, mimando-a e enchendo-a de jóias e presentes quando ela o visitava e raramente, ou nunca, disciplinando-a.
Como em muitos outros aspectos da sua vida, o amor de Elvis pela sua filha era exagerado. Uma vez ele fez uma viagem para o exterior com seu jato particular para que ela pudesse brincar na neve. No seu aniversário ele alugou o Parque de Diversões Libertyland para Lisa Marie e seus amigos. Ele comprou para ela um carrinho de golfe e um pônei, que ele deixava ela montar na porta de Graceland.
Em sua autobiografia, Priscilla afirmou que ela e Elvis conservaram sua afinidade mútua e aproveitaram seu papel conjunto como pais.


É de conhecimento de todos o amor de Elvis para com Priscilla, ouve relatos que Elvis pedia para o levarem para visitar Priscilla e implorar para que voltasse para ele.A separação acabou gerando os sintomas na vida de Elvis, nesse período surgiram músicas que eram simplesmente o momento que Elvis estava vivendo, "Separate Ways" (caminhos separados) e "Always on my mind" (Sempre em minha mente). A beleza de Priscilla é algo presente e forte até hoje, há rumores que Elvis havia ficado com Ginger Alden (sua última namorada) por causa da semelhança com Priscilla.





A morte de Elvis - Contada por Priscilla

Em abril de 1977 Elvis ficou doente, teve que cancelar uma excursão e voltar para Graceland. Lisa e eu estávamos lá, visitando Dodger (a avó do cantor).
Ele me chamou a seu quarto. O rosto e o corpo estavam inchados. Vestia um pijama, o traje que parecia preferir agora quando estava em casa.Tinha nas mãos o livro dos números de Cheiro e disse que queria que eu lesse alguma coisa. Sua busca por respostas não se extinguira. Ainda procurava seu propósito na vida, ainda achava que não encontrara a sua vocação. Se descobrisse uma causa para defender, quer fosse uma sociedade sem drogas ou a paz mundial, teria o papel que procurava na vida.Mas Elvis jamais encontrou uma cruzada para tirá-lo de seu mundo enclausurado, uma disciplina bastante forte para anular a fuga nas drogas, naquela noite ele leu para mim, procurando por respostas, exatamente como fizera no ano anterior e em todos outros anos antes. Foi a última vez em que o encontrei.Embarcamos no avião Lisa Marie por volta das nove horas daquela noite, 16 de agosto de 1977.
A principio, fiquei sentada sozinha, desesperada. Depois, fui para a parte posterior do avião onde ficava o quarto de Elvis. Deitei ali, incapaz de acreditar que Elvis estava mesmo morto.A viagem pareceu interminável. Eu estava completamente atordoada ao chegarmos a Memphis. Fomos levados a uma limousine à espera na pista, a fim de evitar os fotógrafos. Partimos a toda velocidade para Graceland, onde fomos recebidos por rostos frenéticos e incrédulos, de parentes, amigos íntimos e criados
– as mesmas pessoas que nos havia cercado por tantos anos. Eu passara a maior parte de minha vida com aquela gente e olhar para todos agora foi terrível.Lisa estava lá fora, no gramado, em companhia de uma amiga, passeando no carrinho de golfe que o pai lhe dera. A princípio, fiquei aturdida por ela brincar numa ocasião como aquela, mas depois compreendi que Lisa ainda não fora ainda plenamente atingida pelo impacto do que acontecera. Vira a ambulância levando Elvis e ele ainda estava no hospital quando cheguei, por isso, Lisa estava confusa.É verdade?
– perguntou ela – papai morreu mesmo?Não sabia como contar a Lisa como nunca mais tornaria a ver o pai novamente. Balancei a cabeça e depois abracei-a. Lisa se afastou e voltou a passear de carrinho de golfe. Mas agora eu estava mais contente por ela ser capaz de brincar. Sabia que era sua maneira de evitar a realidade, era apenas uma criança.A noite parecia interminável. Várias pessoas sentaram em torno da mesa de jantar, conversando. Foi então que tomei conhecimento das circunstâncias da morte de Elvis. Fui informada de que Elvis jogara tênis com seu primo Billy Smith até às quatro horas da madrugada, com a mulher de Billy, Jo, e a namorada de Elvis,
Ginger, assistindo. Depois, todos se retiraram para dormir, mas enquanto Ginger dormia, Elvis permaneceu acordado, lendo. Ligou para tia Delta e disse que queria um pouco de água gelada, estava tendo dificuldades para dormir.Elvis ainda estava lendo quando Ginger acordou, às nove horas da manhã, e quando ela voltou a dormir, por volta de uma hora da tarde. Quando ela despertou, Elvis não estava na cama. Foi encontrá-lo caído no chão do banheiro. Ginger gritou por socorro e Al Strada e Joe Esposito subiram correndo. Depois de chamar a ambulância, Joe aplicou respiração boca a boca em Elvis. Quando a ambulância estava saindo com Elvis para o hospital, seu médico particular, Dr Nick, apareceu e foi junto para o Memorial Batista. Ali os médicos tentaram por meia hora ressuscitar Elvis.
Mas foi tudo inútil. Ele foi declarado morto ao chegar, de parada cardíaca. Vernon pediu a autópsia. O corpo foi levado para a agência funerária Memphis, a fim de ser preparado para a exposição no dia seguinte.Enquanto estava escutando o relato das últimas horas de Elvis, fui me sentido cada vez mais perturbada. Havia dúvidas demais.
Elvis raramente ficava sozinho por períodos prolongados. Subitamente compreendi que precisava ficar sozinha. Subi para a suíte de Elvis, onde passamos boa parte de nossa vida conjugal. Os aposentos estavam arrumados mais do que o normal, muitos de seus pertences pessoais haviam desaparecido, não havia livros na mesinha de cabeceira, onde foi parar seus livros queridos, aqueles que ele jamais se separava? Fui ao seu quarto de vestir e era como se pudesse sentir sua presença viva – sua fragrância característica impregnava o quarto. Era uma sensação fantástica.
Não demorou muito para que o caixão fosse instalado no vestíbulo da frente, aberto à visitação pública. Fiquei no quarto de vovó a maior parte daquela noite, enquanto milhares de pessoas do mundo inteiro apareciam, prestando sua última homenagem. Muitas choravam, alguns homens e mulheres até desmaiaram. Outras se demoravam junto ao caixão, recusando-se a acreditar que era ele mesmo. Elvis fora realmente amado, admirado e respeitado.Esperei pelo momento certo para Lisa e eu nos despedirmos. Era tarde da noite e Elvis já fora transferido para a sala de estar, onde seria realizado o funeral. Havia silêncio, todos haviam ido embora. Juntas, ficamos paradas ao lado do caixão emocionadas. 'Você parece tão sereno, Sattnin, tão descansado...
sei que vai encontrar lá toda a felicidade e todas as respostas'. Lisa pegou minha mão e pusemos no pulso direito de Elvis uma pulseira de prata, mostrando mãe e filha de mãos dadas.- Vamos sentir sua falta...
- murmurei.Durante o serviço religioso, Lisa e eu sentamos junto de Vernon e sua nova noiva, Sandy Miller, Dodger, Delta, Patsy, meus pais, Michelle e o resto da família. George Hamilton estava presente. Ann Margret compareceu em companhia do marido, Roger Smith. Ann apresentou suas condolências com tanta sinceridade que senti um vínculo
genuíno com ela.J.D. e os Stamps Quartet cantaram as músicas evangélicas prediletas de Elvis. Vernon escolhera o pregador, um homem que mal conhecia Elvis e falou principalmente de sua generosidade. Elvis provavelmente teria rido e diria ao pai: 'Não poderiam ter arrumado um comediante ou algo parecido?'. Elvis não queria que o lamentássemos.Encerrado o serviço, fomos para o cemitério, Lisa e eu acompanhamos Vernon e Sandy. Ficava a cinco quilômetros da casa e por todo o percurso havia pessoas nos dois lados da rua, com outra milhares de pessoas no cemitério. Os carregadores do caixão
– Jerry Schilling, Charlie Hodge, Dr Nick e Gene Smith – levaram-no até o mausoléu de mármore. Houve uma breve cerimônia e depois, um a um, todos nos aproximamos do caixão, beijamos ou tocamos, murmuramos algumas palavras finais de despedida. Depois, por medida de segurança, Elvis foi transferido para o jardim de Graceland, seu local de repouso eterno.Eu sabia que minha vida nunca mais seria a mesma. A morte de Elvis tornou-me muito mais consciente de minha própria mortalidade e das pessoas que eu amava.
Compreendi que era melhor começar a partilhar mais com as pessoas com quem me importava, cada momento que tinha com minha filha ou meus pais se tornou mais precioso.Aprendi com Elvis, muitas vezes – lamentavelmente – com seus erros. Aprendi que ter muitas pessoas ao redor pode minar suas energias. Aprendi o preço de tentar fazer todos felizes.
Elvis dava presentes a alguns e deixava outros ciumentos, freqüentemente criando rivalidades e ansiedades no grupo. Aprendi a confrontar as pessoas e os problemas
– duas coisas que Elvis sempre evitara.Aprendi a assumir o controle da minha vida. Elvis era tão jovem quando se tornara um astro que nunca fora capaz de manipular o poder e o dinheiro que acompanhavam a fama. Sob muitos aspectos, ele foi uma vítima, destruído pelas próprias pessoas que atendiam a todos os seus desejos e necessidades. Foi também uma vítima de sua imagem. O público queria que ele fosse perfeito, enquanto a imprensa implacavelmente exagerava os seus defeitos.
Nunca teve a oportunidade de ser humano, de crescer para se tornar um adulto amadurecido, experimentar o mundo além de seu casulo artificial.Quando Elvis Presley morreu, um pouco de nossas próprias vidas nos foi tirado, de todos que conheciam e amavam Elvis Presley, que partilharam suas músicas e filmes, que acompanharam sua carreira. Sua paixão era divertir os amigos e os fãs. O público era seu verdadeiro amor. E o amor que Elvis e eu partilhamos foi profundo e permanente.
Passei muitas horas recordando momentos de meu passado que são para mim pedaços da história, significativos e memoráveis. Quando decidi contar essa história, não tinha a menor idéia de como seria uma tarefa difícil e emocionada. Muito se disse e escreveu a respeito de Elvis, por aqueles que o conheciam e outros que não conheciam mas diziam que conheciam. Espero Ter oferecido uma perspectiva melhor do que ele foi como um homem.
Outros livros apresentaram uma imagem não muito lisonjeira, ressaltando suas fraquezas, excentricidades, explosões violentas, perversões e abuso de drogas. Eu queria escrever sobre amor, momentos preciosos e maravilhosos, outros repletos de sofrimento e desapontamento, sobre os triunfos e derrotas de um homem, uma grande parte com uma criança mulher ao seu lado, sentindo e experimentando suas angústias e alegrias como se fossem uma só pessoa.Eu não seria honesta se não dissesse, ao revelar nossa vida, tão invejada, que não foi fácil para mim. Houve muitas ocasiões em que desejei pular fora, desistir, esquecer ou abrir mão daquele amor tão penoso. Alguns vão achar que omiti muitas datas importantes, fatos específicos e histórias incontáveis.
Não creio que alguém possa sequer começar a captar a magia, sensibilidade, charme, generosidade e grandeza desse homem que tanto influenciou e contribuiu para a nossa cultura através de sua arte e sua música. Nunca tive intenção de realizar tal feito, queria apenas contar uma história. Elvis foi uma alma gentil, que emocionou e proporcionou felicidade a milhões de pessoas no mundo inteiro e continua a ser respeitado por seus semelhantes.Ele era um homem, um homem muito especial.


"Escrito por Priscilla Presley em seu livro "Elvis and me", em 1985.

19/07/2008




“Eu não vou deixar”... Foi isto que ouvi há alguns dias atrás, onde tudo parecia correr pelo melhor, como quando o rio corre para o mar, sem quaisquer obstáculos, mas eu acreditei, parecia real, não era como um fantasma que nos deixa levar para onde quer sem se preocupar em qual será a nossa reacção, por isso, esse que viria mais tarde a ser o fantasma do amor, levou-me para a mentira.

Fantasmas de gostar, pensar, sair, amar, viver, reviver, tentar, adorar, sentir, cheirar, tocar, ver...resumindo, são fantasmas do amor, e esses parecem não se preocupar com aquilo que o seu nome carrega, o amor!

Esse, a quem chamo de fantasma do amor, não me fez ganhar, mas sim perder, perder quem eu pensei que tivera ganho, mas nada é certo, nada é eterno, nada é verdade absoluta, nada é nada e pronto e muito menos alguém é de alguém, apenas é-se parte de alguém e ninguém é mais que o outro.

Fantasmas que nos seguem como se fizessem propositadamente para que o novo dia fosse tudo menos o idealizado, como um passo de dança que falhamos e nos deixa tropeçar, aqui e agora. Amanhã que é um novo dia, que posso esperar? Uma novidade deste Fantasma do Amor?

Não te quero por perto, quero que o caminho que possa vir a ter pela frente seja totalmente escolhido e decidido por mim, sem quaisquer influências externas àquilo que sinto. Não vou deixar.

Adeus oh Fantasma do Amor!

08/06/2008


"AMAR"
Como não amar alguém que meDesperta um sentimentoTão bonito, tão profundoComo proibir o coração De sentir,De desejar, De sonhar, De querer.Meu coração vai de encontro a vocêE neste momento fecho os olhosSentindo seu toqueMe inebriando com seu calorNão tem como Não sonhar,Não desejar, Não almejar,Não tem como impedirO maluco do meu CORAÇÃODe te AMAR!
"O AMOR É...
"Um lugar onde o coraçãoDescansa e vive em pazUm ponto onde aTempestade não alcançaUm lugar ondeExiste o confortoEm épocas de dificuldadeUm espaço ondeAquele sonho solitárioVira uma realidade a dois.AMOR? É ASSIM!...

Um amor secreto


Um amor secretodentro do coração

bem guardado.É um amor completode

tirar a razão,deixar descontrolado.

Deve ficar em mistériomas é

um amor sério,verdadeiro,

realnão causa nenhum malAmor secretonão

pode ser falado,comentado, divulgadoTem

um fundo de segredo,que lhe

dá mais saborum quê de quase medo

,que sustenta a força desse amor

Deixa o amor mais forte

Dá-lhe suportePor ser um amor secreto.


Primeiro e Ultimo amor


Algumas pessoas acham o primmeiro amor O Amor eterno, o inesquecivel Talvez seja verdade, mas para mim não Vejo que o primeiro amor Também foram as primeiras dores Tambem foi as primeira lições Talvez meu primeiro amor Tenha sido apenas mais um professor Do aluno chamado Amor E depois de tanto me apaixonar Vim a ti aprender a amar Não me importante se és o primeiro Mas sabendo que és o ultimo Mas sabendo que é unico Mas sabendo, que sabes que é meu Eterno Ultimo amor .

02/06/2008

Angustias





Às vezes nos deparamos com sentimentos que não gostamos de sentir... Sentimentos pesados e tristes... Dores que assolam o lado mais profundo do nosso ser e que guardamos muitas vezes no fundo da alma, em segredo. A esse tipo de dor se chama de "angústia". É uma dor de tamanho assombroso e que não pode ser medida... É o acúmulo de tantas dores muitas vezes esquecidas... A angústia é a dor maior que um ser humano pode experimentar e por isso nos leva a sentir intensamente tudo que nunca quisemos sentir antes... Quem nunca passou por dias de angústia? Acredito que todos os seres humanos passem por dias assim... Cada qual por um motivo e em um determinado momento de sua vida. Eu estou meio assim hoje... Meio angustiada... Com a alma meio dolorida e a esperança corroída...



Às vezes não queremos passar por dias angustiantes e nem mesmo sentir a angústia que alguns dias trazem consigo... Temos medo disso, medo de não agüentar essa dor tão forte que nos toma e não se sabe quando vai cessar... A verdade, é que como seres humanos, temos medo, medo de tudo... Medo da dor, do querer, medo de pensar, medo de saber, medo de sair do padrão normal de "felicidade" imposto pela nossa sociedade... Claro que é bom ser feliz, não tem quem não queira ser feliz 24 horas por dia... Todo mundo adoraria ser feliz para sempre, como nas histórias de conto de fada... Mas infelizmente, na realidade há dias em que a gente não consegue ser feliz assim...



Às vezes, passam-se vários dias sem que nenhuma felicidade genuína e pura, aquela felicidade que nos faz mais do que apenas consumidores de produtos nos shoppings, se manifeste. Às vezes, estamos muito ocupados para percebermos como um instante de felicidade verdadeiro é importante em nossas vidas... Um sorriso de alguém que você gosta, gargalhar com os amigos, observar um céu estrelado e ao contemplar aquela maravilha diante de si, sorrir para si mesmo e pensar que "o mundo é maravilhoso". Viver aqueles dias super especiais em que você pensa: "valeu a pena viver tudo que eu vivi, para chegar até aqui". Bom, infelizmente hoje não é um dia desses... Um dia especial, um dia feliz, um dia de plácida contemplação... Hoje é um desses dias que a gente quer evitar... Um dia de angústia...



Mas o bom a respeito desses dias de angústia e que pouca gente sabe, é que eles sempre trazem algum aprendizado, uma espécie de lição valiosa... E qual foi o meu aprendizado para o dia de hoje e o que eu posso ensinar a vocês? Eu aprendi que a angústia é um sentimento humano e o ato de escrever sobre ela, a torna uma forma de arte. Não a arte que nós vemos nos museus e apreciamos maravilhados... Mas uma arte de transformar o que se sente em palavras, mesmo que o que se sente não seja muito bom ou socialmente aceitável, pois mais do que qualquer destas coisas, é digno e humano.

31/05/2008


" Eterno é tudo aquilo que dura uma fração desegundos, mas com tamanha intensidade que se petrifica e nenhuma força consegue destruir. "


-- Carlos Drummond --


09/05/2008

Sentimentos

O AMOR ...
É calmo. É para sempre.
Feito do dia a dia.
Não vem pronto.
Não chega sem avisar.
Não faz surpresas.
Chega de mansinho...
Vai se instalando...
Tomando conta..
Te faz feliz!

A PAIXÃO...
É um sentimento
que arrebata.
Que não justifica.
Que não se explica.
Vem sem legendas.
Que fulmina.
Um ciclone.
Deixa a boca seca.
Pelos arrepiados.
Dá vertigem.
Desatino. Compulsão...
Aparece e some
de repente...
PAIXÃO - são momentos.
AMOR - é para sempre.

HÁ EM VOCÊ
(Vilma Galvão)
http://youtube.com/watch?v=QCe2GwscXgo

Hoje ate que meu dia foi bacana..
rsrs
sabe as veses fico pensando. em tudo qwue jah vivi
nesses meus 18 aninhos..
serio mew..
axo que jah quebrei mto a minha cara..
as veses as pessoas nao entendem o pq.
quero ficar soh..
axo que dessa maneira nao faço ninguem sofrer..
e tenho poucas chaces de querbra meu coraçao!!!!..

Nem o desespero, nem a descrença,nem o ódio ou a ofensa...Nada nos impedira de viver!!!

Quero mto ser diferente..
ter outra maneira de viver.
mais pra isso tenho que me aceitar como sou..;
tenho que acreditar mais no mundo onde vivo..
e nao posso me culpar por erros q nao foram .
soh culpa minha..

Amoooooooo.. ( sim)
Nao sou a primeira a amar..
Sou correspondida...( Não )
nORmal..
UM dia o mundo vai girar ao meu favor.

08/05/2008

Desabafo

Pq soh caimos na real depois de uma grande decepçao???
Nussa as coisas soh acontecem pra nos mufinar..
sabe..
Cada coisa q acontece e nao sabemos de onde vem..
e como acontecem e como surgem!!!!

O mundo realmente da voltas..
daria tudo pra sentir akela.
minima felicidade de antes...

Apenas Uma cançao!

Is it getting betterOr do you feel the same?Will it make it easier on you nowYou got someone to blame?You sayOne love,one lifeWhen it's one needIn the nightOne loveWe get to shareIt leaves you, darlingIf you don't care for itDid I disappoint youOr leave a bad taste in your mouth?You act like you never had loveAnd you want me to go withoutWell, it's too lateTonightTo drag your past outInto the lightWe're oneBut we're not the sameWe get to carry each otherCarry each otherOneHave you come here for forgiveness?Have you come to raise the dead?Have you come here to play JesusTo the lepers in your head?Did I ask too much?More than a lot?You gave me nothing nowIt's all I gotWe're oneBut we're not the sameWellWe hurt each otherThen we do it againYou sayLove is a templeLove is a higher lawLove is a templeLove is a higher lawYou ask me to enterBut then you make me crawlAnd I can't be holding onTo what you gotWhen all you got is hurtOne loveOne bloodOne life you gotTo do what you shouldOne lifeWith each otherSisters, and my brothersOne lifeBut we're not the sameWe get to carry each otherCarry each other.